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	<title>Comunidade Linux BR</title>
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	<link>http://linuxbr.inf.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 30 Apr 2011 18:47:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Usando LaTeX no Linux: Primeiro Documento</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/492</link>
		<comments>http://linuxbr.inf.br/492#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2011 03:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[LaTeX]]></category>
		<category><![CDATA[Latex]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Em nossa primeira postagem sobre o , mencionamos que ele não é um programa do tipo WYSWIYG. Esta sua característica, no fim, acaba por desanimar um usuário na sua primeira experiência. Em geral, isto ocorre pela falta de leitura de manuais que explicam o funcionamento do LaTeX. O objetivo desta postagem é justamente tornar inteligível]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Em nossa primeira postagem sobre o <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0' alt='&#92;LaTeX' title='&#92;LaTeX' class='latex' />, mencionamos que ele não é um programa do tipo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WYSIWYG">WYSWIYG</a>. Esta sua característica, no fim, acaba por desanimar um usuário na sua primeira experiência. Em geral, isto ocorre pela falta de leitura de manuais que explicam o funcionamento do LaTeX. O objetivo desta postagem é justamente tornar inteligível a dinâmica do programa, além de indicar manuais (pdf) e livros.</p>
<p>A ideia do <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0' alt='&#92;LaTeX' title='&#92;LaTeX' class='latex' /> é livrar o autor do trabalho de formatação de um texto. Para isto, o documento é dividido em duas partes: (1) a primeira é chamada de <strong>preâmbulo</strong>; (2) a segunda, chamaremos de corpo do texto.</p>
<p>O preâmbulo é a parte &#8220;lógica&#8221; do programa, é o local onde &#8220;dizemos&#8221; ao <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0' alt='&#92;LaTeX' title='&#92;LaTeX' class='latex' /> que tipo de texto desejamos produzir: um artigo, um livro, uma apresentação, uma carta, etc. Além disso, é no preâmbulo que &#8220;dizemos&#8221; quais pacotes pretendemos usar ao escrever o documento (e acredite há inúmeros pacotes, com uma vasta aplicabilidade em quase todos os ramos do conhecimento).</p>
<p>O corpo do texto é o local onde será escrito o conteúdo do documento desejado. Em todo documento <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0' alt='&#92;LaTeX' title='&#92;LaTeX' class='latex' />, o corpo do texto inicia logo após o comando</p>
<pre class="brush:java">\begin{document}</pre>
<p>e termina logo antes do comando</p>
<pre class="brush:py">\end{document}</pre>
<p>Qualquer coisa escrita após o comando</p>
<pre class="brush:py">\end{document}</pre>
<p>será completamente ignorada pelo <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0' alt='&#92;LaTeX' title='&#92;LaTeX' class='latex' /> e não aparecerá no documento compilado (apesar disto ser frívolo, alguns alunos que tive ficavam estupefatos porque não observavam esta recomendação e, assim, parte de seus escritos não apareciam no documento final).</p>
<p>Tudo que ocorre antes do comando</p>
<pre class="brush:py">\begin{document}</pre>
<p>faz parte do preâmbulo. Item obrigatório a ser informado ao <img src='http://s0.wp.com/latex.php?latex=%5CLaTeX&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0' alt='&#92;LaTeX' title='&#92;LaTeX' class='latex' /> é o tipo de documento que desejamos escrever. Isto é feito com o comando:</p>
<pre class="brush:py">\documentclass{tipo do documento}</pre>
<p>Os tipos padrões de documentos são:</p>
<p>article &#8211; para escrever artigos acadêmicos, apresentações, curtos relatórios, documentação de programas,&#8230;</p>
<p>report &#8211; para escrever relatórios longos, dissertação de mestrado, teses de doutorado, pequenos livros</p>
<p>book &#8211; para escrever um livro</p>
<p>slides &#8211; para escrever apresentações em slides</p>
<p>letter &#8211; para escrever uma carta</p>
<p>Além destas classes de documentos, há outras. Por exemplo, há uma classe chamada abnt (<a href="http://sourceforge.net/apps/mediawiki/abntex/index.php?title=Main_Page">abnTeX</a>), que formata o documento segundo as regras da ABNT.</p>
<p>Vamos supor que desejamos produzir um artigo. Então devemos escrever o seguinte comando no preâmbulo:</p>
<pre class="brush:py">\documentclass{article}</pre>
<p>Um arquivo simples é dado a seguir:</p>
<pre class="brush:py">\documentclass{article}
\begin{document}
Hello Word

\end{document}</pre>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-507" title="Captura_de_tela" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ao compilar, produzimos</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-1.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-508" title="Captura_de_tela-1" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-1-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Associada a cada classe de documentos está uma série de comandos. Por exemplo, todo artigo deve ter um título e um autor. A cada um destes, estão associados, respectivamente, os comandos</p>
<pre class="brush:py">\title{título}</pre>
<pre class="brush:py">\author{autor}</pre>
<p>Ambos comandos, em geral, são colocados no preâmbulo e, portanto, ocorrem antes do comando</p>
<pre class="brush:py">\begin{document}</pre>
<p><strong>PS</strong> &#8211; eles podem ser colocados, pelo menos na classe article, no corpo do  texto, mas tomando-se o cuidado de por o comando \maketitle (veremos  adiante) depois destes.</p>
<p>Assim, um exemplo de documento é</p>
<pre>\documentclass{article}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\begin{document}
 Hello Word
\end{document}</pre>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-3.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-510" title="Captura_de_tela-3" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-3-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Mas ao compilar o documento, você perceberá que nada acontece</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-4.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-511" title="Captura_de_tela-4" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-4-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Para introduzir título e autor no texto compilado, colocamos o seguinte comando no corpo do texto, logo após o \begin{document}</p>
<pre class="brush:py">\maketitle</pre>
<pre>\documentclass{article}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\begin{document}
\maketitle
 Hello Word
\end{document}</pre>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-3.png"></a><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela1.png"></a><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-6.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-513" title="Captura_de_tela-6" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-6-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
O documento compilado:</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-7.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-516" title="Captura_de_tela-7" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-7-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O leitor curioso poderia  ver o que acontece se o \maketitle for colocado no preâmbulo e depois do &#8220;Hello world&#8221;</p>
<pre>\documentclass{article}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\maketitle
\begin{document}
 Hello Word
\end{document}</pre>
<pre>\documentclass{article}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\begin{document}
 Hello Word
\maketitle
\end{document}</pre>
<p>Além de título e autor, um artigo acadêmico, por exemplo, tem um resumo. Na classe article, há um ambiente  para isto dado pelos comandos:</p>
<pre class="brush:py">\begin{abstract}

\end{abstract}</pre>
<p>Estes comandos devem ocorrer no corpo do texto, logo após o \maketitle. E o texto do resumo deve aparecer entre \begin{abstract} e \end{abstract}</p>
<pre>\documentclass{article}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\begin{document}
\maketitle
\begin{abstract}
Pretendemos apresentar uma introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e
\end{abstract}
Hello world
\end{document}</pre>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-8.png"></a><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-9.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-519" title="Captura_de_tela-9" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-9-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
Compilando, temos:</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-10.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-520" title="Captura_de_tela-10" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-10-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Note que ao invés &#8220;Resumo&#8221; aparece &#8220;Abstract&#8221;. Isto porque a língua padrão no latex é o inglês (a seguir mostraremos como &#8220;traduzir&#8221;).</p>
<p>Artigos são divididos em seções, subseções, subsubseções, etc&#8230; Para isto, temos os comandos</p>
<pre class="brush:py">\section{título da seção}</pre>
<pre>\subsection{título da subseção}</pre>
<pre>\subsubsection{título da subsubseção}</pre>
<pre>\documentclass{article}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\begin{document}
\maketitle
\begin{abstract}
Pretendemos apresentar uma introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e
\end{abstract}
\section{Introdu\c{c}\~ao}
 Aqui temos a primeira se\c{c}\~ao
\subsection{Primeira Subse\c{c}\~ao}
Aqui temos a primeira subse\c{c}\~ao da primeira se\c{c}\~ao.
\subsection{Segunda subse\c{c}\~ao}
Aqui temos a segunda subse\c{c}\~ao da primeira se\c{c}ão
\subsubsection{Primeira subsubse\c{c}\~ao}
Aqui temos a primeira subsubse\c{c}\~ao da segunda subse\c{c}\~ao da primeira se\c{c}\~ao
\section{Segunda se\c{c}\~ao}
Segunda se\c{c}\~ao
\subsection{Primeira Subse\c{c}\~ao da segunda se\c{c}\~ao}
Primeira Subse\c{c}\~ao da segunda se\c{c}\~ao
\end{document}</pre>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-11.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-522" title="Captura_de_tela-11" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-11-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Compilando, obtemos:</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-12.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-523" title="Captura_de_tela-12" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-12-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Para traduzir o &#8220;Abstract&#8221; para &#8220;Resumo&#8221;, devemos introduzir no preâmbulo o pacote babel. Os pacotes são introduzidos com o comando:</p>
<pre class="brush:py">\usepackage{nome do pacote}</pre>
<p>Alguns pacotes têm opcionais (em uma próxima postagem trataremos disto) que são indicados pelos colchetes:</p>
<pre class="brush:py">\usepackage[opcionais]{nome do pacote}</pre>
<p>No caso do babel, o opcional é a língua desejada. Em nosso caso, o opcional é: brazil</p>
<pre>\documentclass{article}
\usepackage[brazil]{babel}
\title{Introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e}
\author{Alessandro Bandeira}
\begin{document}
\maketitle
\begin{abstract}
Pretendemos apresentar uma introdu\c{c}\~ao ao \LaTeX2e
\end{abstract}
\section{Introdu\c{c}\~ao}
 Aqui temos a primeira se\c{c}\~ao
\subsection{Primeira Subse\c{c}\~ao}
Aqui temos a primeira subse\c{c}\~ao da primeira se\c{c}\~ao.
\subsection{Segunda subse\c{c}\~ao}
Aqui temos a segunda subse\c{c}\~ao da primeira se\c{c}ão
\subsubsection{Primeira subsubse\c{c}\~ao}
Aqui temos a primeira subsubse\c{c}\~ao da segunda subse\c{c}\~ao da primeira se\c{c}\~ao
\section{Segunda se\c{c}\~ao}
Segunda se\c{c}\~ao
\subsection{Primeira Subse\c{c}\~ao da segunda se\c{c}\~ao}
Primeira Subse\c{c}\~ao da segunda se\c{c}\~ao
\end{document}</pre>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-13.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-524" title="Captura_de_tela-13" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-13-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O documento compilado:</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-14.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-525" title="Captura_de_tela-14" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/Captura_de_tela-14-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Nas próximas semanas, discutiremos a classe abnt. Os leitores interessados podem baixar os seguintes manuais:</p>
<p><a href="http://www.ctan.org/tex-archive/info/lshort/portuguese-BR">http://www.ctan.org/tex-archive/info/lshort/portuguese-BR</a></p>
<p><a href="http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX">http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX</a></p>
<p><a href="http://www.latex-project.org/guides/">http://www.latex-project.org/guides/</a></p>
<p>LIvros recomendados (tenho a maioria e são bastante úteis)</p>
<p><a href="http://www.latex-project.org/guides/books.html">http://www.latex-project.org/guides/books.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como remover dados de redes sociais e &#8220;sumir&#8221; da Internet</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/473</link>
		<comments>http://linuxbr.inf.br/473#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 16:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/>Retirado e adaptado do artigo original: http://goo.gl/fU399 por Douglas Milani. A Internet tornou nosso mundo muito menor. E ela também fez as nossas histórias muito melhores catalogadas e mais fáceis de serem encontradas. Mas isso,  juntamente com o estranho fenômeno de que o bom senso de muitas pessoas costuma sumir quando o assunto é postar informações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/><blockquote>
<h2><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Retirado e adaptado do artigo original: <a href="http://www.tecnicoamigo.com.br/5.10.1?name=Como+remover+dados+de+redes+sociais+e+%22sumir%22+da+Internet">http://goo.gl/fU399</a> por Douglas Milani.</span></h2>
</blockquote>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/67396-delete-key.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-476" title="67396-delete-key" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/04/67396-delete-key-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a>A Internet tornou nosso mundo muito menor. E ela também fez as nossas histórias muito melhores catalogadas e mais fáceis de serem encontradas. Mas isso,  juntamente com o estranho fenômeno de que o bom senso de muitas pessoas costuma sumir quando o assunto é postar informações e imagens na web, nem sempre é bom . Há muita informação por aí sobre como melhorar sua reputação ou proteger sua privacidade online. Mas e como você faz para &#8220;desaparecer&#8221; da web?</span></p>
<p><span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"> </span><br />
O ex-CEO da Google, Eric Schmidt, pensa que você talvez queira fazer isso. Em uma entrevista de 2010 para o Wall Street Journal, ele disse: “Não acredito que a sociedade entenda o que acontece quando tudo está disponível, conhecido e registrado para todo mundo ao mesmo tempo.” Ele então sugeriu que eventualmente as pessoas podem ser levadas a mudar seus nomes para fugir de suas histórias embaraçosas (e bem documentadas) da Internet.</p>
<p>Em vez de colocá-lo em um &#8220;programa de proteção à testemunha&#8221; – ou mudar o seu nome – vamos mostrar cinco passos para quem está disposto a sumir da Internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Passo 1: Conheça seu inimigo</strong></p>
<p>Antes de fazer qualquer coisa, você precisa saber do que está querendo se livrar. Por isso, primeiro faça uma busca pelo seu nome. Mas não apenas no Google. Utilize também sites agregadores de buscas por pessoas, como <a href="http://www.zabasearch.com/" target="_blank">ZabaSearch</a>, <a href="http://www.intelius.com/" target="_blank">Intelius</a>, <a href="http://pipl.com/" target="_blank">Pipl</a> e <a href="http://www.spokeo.com/" target="_blank">Spokeo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Passo 2: Fique fora da rede</strong></p>
<p><img class="alignright" title="Amy Winehouse" src="http://ego.globo.com/Entretenimento/Ego/foto/0,,12114449,00.jpg" alt="" width="396" height="264" /></p>
<p>Ao navegar use um pseudônimo &#8211; Se não quer usar seu nome real para ficar “pregado” em toda a rede, use um nome de tela, apelido ou algum outro pseudônimo do tipo para conduzir seu “negócio” na Internet. E não esqueça de criar um e-mail especial para ele.</p>
<p>Monitore seus amigos &#8211; Infelizmente, não é mais só com você. Convença seus amigos, familiares e outros a não postarem informações ou fotos suas na rede sem antes receber sua autorização explícita para isso. Isso deve ser fácil de fazer – certamente mais fácil do que monitorar pessoas que não seus amigos, por exemplo.</p>
<p>Não seja estúpido &#8211; Se você nunca ficou bêbado a ponto de cair em público, nunca será a estrela de uma foto comprometedora no Facebook de alguém. Pense sobre isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Passo 3: Remova o que conseguir</strong></p>
<p>Você está pronto para “chutar o balde” e destruir suas contas em redes sociais? Por um lado, você não estará mais em “contato” com aquele cara que conheceu em uma viagem para a China quando tinha 16 anos. Mas, por outro lado, provavelmente vai almoçar com seu melhor amigo do colegial que mora na mesma cidade que você, em vez de apenas postar algo sobre almoço no mural de alguém no Facebook. Vamos ver como sair de alguns dos sites e serviços sociais mais populares atualmente.</p>
<p><img class="alignright" title="Orkuticidio" src="http://4.bp.blogspot.com/_XaippSMQzo0/TUAJQLgdTLI/AAAAAAAAD9o/So2N_bPGJNA/s1600/ORKUT.jpg" alt="" width="414" height="500" /></p>
<p>Como sair do <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>: Faça o login, vá até Conta, Configurações da Conta. Na parte inferior da primeira tela (Configurações) há um link para “Desativar Conta”. Sim, o Facebook te faz “desativar” uma conta antes de apagá-la. Clique no link e verá uma tela cheia de fotos dos seus “amigos” e mensagens de como sentirão a sua falta. Escolha uma razão para sua saída e certifique-se de marcar a opção para não receber futuros e-mails da rede social (senão poderá receber mensagens tentando te convencer a voltar para o site).</p>
<p>Apague o que puder manualmente em outros perfis antes de deletar sua conta em redes como o Facebook. Agora basta deixar sua conta “desativada” e não fazer login por duas semanas. Depois desse período, ela será deletada.</p>
<p>Como sair do <a href="http://twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>: Faça login, vá até Configurações, Conta. Na parte interior da página há um link que diz “Desativar minha conta”. Clique nele e será direcionado para uma tela de verificação. Confirme o processo e sua conta no microblog será imediatamente desativada e apagada.</p>
<p>Como sair do <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>: Faça login, vá até Configurações, Conta, Fechar sua Conta. Você será levado para uma tela de verificação, em que o LinkedIn irá te perguntar a razão para sair do site. Escolha uma e então clique em Continua para apagar a conta.</p>
<p>O processo é parecido para outros sites como <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a> e <a href="http://br.myspace.com/" target="_blank">MySpace</a>. Apesar de esses serviços de redes sociais serem bons para deletar as contas e informações associadas, é uma boa ideia se prevenir e manualmente apagar o máximo de postagens, fotos e mensagens internas que puder antes de sair. Se não quiser fazer isso, dê uma verificada no <a href="http://suicidemachine.org/" target="_blank">Suicide Machine</a>, um site “suicida” que irá fazer o processo para você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Passo 4: Limpe sua reputação</strong></p>
<p>Você provavelmente já ouviu falar de empresas de “proteção à reputação” – como a <a href="http://www.reputation.com/" target="_blank">Reputation.com</a> e <a href="http://www.removeyourname.com/" target="_blank">RemoveYourName</a> – que alegam conseguir reabilitar sua nome online. E se elas podem fazer isso, você também.</p>
<p>Esse tipo de empresa usa duas táticas principais para melhorar  reputação de seus clientes: pedem aos sites para retirarem informações incriminatórias sobre um cliente, usando a lei e/ou grandes quantias de dinheiro se necessário; e retiram conteúdo “ruim” em resultados de buscas ao subir conteúdo “bom”. O último não é relevante para esta reportagem, já que estamos falando de retirar conteúdo da web, não colocar mais. Porém , o primeiro método é essencial.</p>
<p>A boa notícia é que você pode fazer isso sozinho. E a ruim é que exige muito tempo e determinação.</p>
<p>Pedir a sites para retirarem informações sobre você é tão fácil quanto parece: apenas comece a enviar e-mails para webmasters pedindo que os dados sejam retirados. Mas esteja preparado para encontrar muita resistência. Muitos deles não possuem o tempo ou inclinação necessária para isso. Além disso, você provavelmente não vai chegar a lugar algum com ferramentas de buscas (incluindo ferramentas de buscas por pessoas, como o Pipl) porque eles são agregadores e não bases de dados.</p>
<p><img class="alignleft" title="Dead Twitter" src="http://4.bp.blogspot.com/_N5sUGioO96k/TGyGxC1N-FI/AAAAAAAAAEA/6BdkJxr7yd0/s1600/PASS.jpg" alt="" width="252" height="195" />Se algum site se recusar a cooperar, você pode acionar a justiça ou oferecer dinheiro a eles. O <a href="http://www.google.com.br/intl/pt-BR/privacy/" target="_blank">Google</a> vai remover resultados de buscas se você convencê-los de que o site está infringindo sua propriedade intelectual (como já aconteceu em outros casos). Outra possibilidade é oferecer “acordos” aos sites para remover o conteúdo. Infelizmente, ambas as opções exigem dinheiro e normalmente se saem melhor quando deixadas nas mãos de negociadores profissionais e advogados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um oceano de distros, uma lagoa de usuários.</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/462</link>
		<comments>http://linuxbr.inf.br/462#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 12:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glenn Hummes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Glenn]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>ATENÇÃO: foi lançada a mais nova versão do Caipora Linux! Criado para ser a melhor distribuição brasileira, constantemente atualizada, visando melhorar o aspecto e funcionamento para usuários novos no sistema GNU/Linux. Conta agora com novo gerenciador de pacotes, com novíssimo kernel 2.6.35, papéis de paredes e ícones novos. Trabalhamos constante mente para entregar o melhor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p><em><span style="text-decoration: underline;">ATENÇÃO: foi lançada a mais nova versão do Caipora Linux!</span></em></p>
<p><em>Criado para ser a melhor distribuição brasileira, constantemente atualizada, visando melhorar o aspecto e funcionamento para usuários novos no sistema GNU/Linux.</em></p>
<p><em>Conta agora com novo gerenciador de pacotes, com novíssimo kernel 2.6.35, papéis de paredes e ícones novos.</em></p>
<p><em>Trabalhamos constante mente para entregar o melhor sistema operacional para seu computador, estável e bonito, com programas sempre atualizados e um painel de controle que facilita a configuração do sistema.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Falando sério: quantas milhares de vezes você leu o texto acima?</p>
<p style="text-align: justify;">Algum tempo atrás escrevi sobre as <a href="http://linuxbr.inf.br/29" target="_blank">refisefuquis</a> (Remasters de Fins de Semana e Fundos de Quintal), um conceito distorcido que as pessoas tem sobre o que realmente é uma distribuição e o que é uma remasterização. Por muitas pessoas foi bem recebido, mas muita gente, principalmente os fanboys dessas mesmas refisefuquis foram em alguns momentos exagerados nos palavrões que chegaram ao meu e-mail =P. Mas mesmo assim, continuei me aprofundando nas pesquisas sobre essas remasterizações.</p>
<p>Cheguei nesse meio tempo a ver aberrações como estas:</p>
<p><em>2)O sistema abortou o nome de Lalala, por uma série de motivos, e de turbulênciasque houveram durante a edição do Lalala. O simpático cavalinho alado, será trocado por animais místicos da floresta como elfos, até a servo mágico (A logo será decidida por votação do publico no web site.)</em></p>
<p>Elfos? Bom, continuando&#8230;</p>
<p><em>A principal intenção</em></p>
<p><em>:1-Criar um sistema facil para os usuários,sendo tudo o que ele precisa ,flexivel e poderoso.</em></p>
<p><em>2-Criar um sistema construido pelos pedidos dos pŕoprios usuarios.</em></p>
<p><em>3-Criar um sistema facil para instalação de softwares e leitura de pacotes.</em></p>
<p><em>4-Criar um sistema gratuíto que proponha o aumento na popularidade linux</em></p>
<p><em>tirando aquela famosa impressão do sistema &#8220;chato&#8221; e complicado.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>…</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Oferece facilidade de aceitação, facilidade de operação, oferece recursos próprios do Linux que facilitam o uso com comando de acesso rápido, como terminal on-line yakuake, detecta e já instala placas ATI, NVidia, Intel, placa Wireless, dispositivos com montagem no Desktop, centenas de aplicativos, jogos, recursos, etc…</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>…</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Baseado no Debian Stable Blau-Blau é um sistema operacional completo, criado com o objetivo de atender aquelas pessoas que necessitam utilizar diversas ferramentas como editores, planilhas, navegadores, mídias, dentre outros, entretanto não possuem tempo ou mesmo interesse em entender como funciona um sistema operacional de fato. O foco central dessa distribuição é facilitar, ao máximo, a utilização de um sistema operacional GNU/Linux.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>…</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O Fórmica é um software livre, baseado diretamente no Projeto Debian&#8230; um Sistema Operacional Livre, projetado para ser rápido, eficiente, moderno e, ao mesmo tempo, simples e fácil de usar</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>…</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Todos os usuários da Distribuição Grandona sabem que o mesmo é uma solução completa em informática com foco principal no uso em Desktops, unindo praticidade, segurança, estabilidade e beleza&#8230;</em></p>
<p><em>…</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Chesperito se caracteriza por ser una distribución muy fresca, elegante y agradable a la vista. Es por eso que en Chesperito 44 el equipo de diseño trabajó muy duro para lograr una interfaz gráfica minimalista y usable, basándose en los conceptos de la web 2.0., es decir, utilizando paletas de colores vivos y sobrios.</em></p>
<p><em>…</em></p>
<p style="text-align: justify;">Bom, por anos, acreditei que as distribuições surgiram para estes propósitos. Tanto que os argumentos para se utilizar o Linux são estes: flexibilidade (rodar em várias arquiteturas), poderoso (mínimo consumo de recursos do PC), é construído por uma comunidade solícita, com um sistema fácil de instalação de programas (seja ele o dpkg/apt, rpm/yum, emerge, etc.), e é gratuito (a gratuitidade na distribuição se refere tanto ao software em si quanto o código fonte licenciado sob a GPL) e fácil de usar (a facilidade do uso provém dos diversos projetos de WindowManagers e suas aplicações de configuração sem utilização da CLI do Linux).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Lendo estes exemplo, simplesmente foi uma perda de tempo na decisão de achar um sistema que encaixe no meu ou no seu perfil. Nada novo é oferecido. Nada foi construído pelo “criador” da refisefuqui, e sim remasterizado e colocado de volta numa mídia para dizer que esta é A “distribuição”. E em alguns casos, quando criam algo como painéis de controle, criam painéis redundantes, que muitas vezes fazem as mesmas coisas que vem nas opções das distribuições verdadeiras, isso quando não criam painéis para atender algum que nem 0,0001% dos usuários irão utilizar, com isso, perdendo totalmente o foco num único nicho, tentando abraçar o mundo com braços de Tiranossauro Rex.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outra baita aberração que encontrei foi esta, e acreditem: pior do que os exemplos acima:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><em>O Kernel 3.0 existe?</em></p>
<p><em>Para nós sim, pois como re-implementamos o kernel 2.6 com o módulo hybrid e adicionamos outras funcionalidades a ele, resolvemos rebatizar o kernel de “Kernel 3.0 Hybrid”. Uma nova versão que só o “Picuim” possui.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Alterei o nome das refisefuquis nos exemplos por motivos óbvios: não quero fanboys me pentelhando&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outra coisa pior que está acontecendo é a inclusão de binários proprietários nas mídias das refisefuquis, distribuídas em formato ISO (muitas vezes). Se a mesma legislação para distribuição de softwares proprietários funciona no Brasil, não tenho certeza, mas se for, isso caracteriza ainda mais a ilegalidade em que as refisefuquis trabalham.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fora isso, ainda façamos a contagem de remasterizações e distribuições disponíveis na web, através do site DistroWatch. Só no ranking das mais famosas (320, no total) em http://distrowatch.com/stats.php?section=popularity , encontra-se as distribuições e as refisefuquis misturadas. Se retirarmos as majors (Debian, Ubuntu, Slackware, Mandriva, Fedora, OpenSuSE e Gentoo), teremos ainda 313 opções entre as mais populares para escolha. Retirando mais ainda por “chutômetro” aquelas que obedecem estritamente a GPL e não distribuem softwares proprietários em suas mídias, devem sobrar umas 300 por esse meio (isso é umchute, quem quiser pesquisar e me postar dados, agradeço).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ainda por este gráfico, podemos ver a timeline das distribuições e suas remasterizações ao longo do tempo: http://futurist.se/gldt/</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E como escolher qual a sua distribuição ou sua remaster? Eu opto por você escolher uma DISTRIBUIÇÃO, não uma remaster. Não uma refisefuqui. Escolha algo que possa te ensinar algo, e que você possa receber e dar realmente algo em troca, ajudando em fóruns e comunidades em redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, quando você utiliza uma remaster, se tem vontade de melhorá-la, você vai até o “chefe, dono e senhor” da refisefuqui e sugere alguma melhoria ou inclusão de pacote. Você terá 50% de chance de ser achincalhado pelos fanboys, e 50% de chance de ser ignorado completamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Então, para quê uma refisefuqui? Para ter mais da mesma coisa? Para ficar aguardando o tempo livre do “chefe, dono e senhor” liberar uma ISO para você testar? Não é uma coisa muito inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fora o fato que estamos num mar de distribuições e refisefuquis, e somos apenas uma lagoa (falando no mercado doméstico), com centenas de escolhas, opções parecidas e softwares redundantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">E isso inclui, claro, as refisefuquis meia-boca incluídas nos Pcs vendidos em lojas populares. FUJA dessas remasterizações. Elas nunca representaram nem nunca representarão o que uma distribuição séria que utiliza o kernel Linux faz ou oferece. Elas tentam enganar um novato com temas e papéis de parede parecidos com o do “onipresente e onisciente S.O. Proprietário”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se querem ajudar um novato a escolher a melhor distribuição para seu uso, use este site: http://www.zegeniestudios.net/ldc/index.php .</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fica um ditado para comunidade: remasterize para você, não para queimar o nome do Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Glenn Hummes</p>
<p style="text-align: justify;">Direto da Redação do Linux BR</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">P.S.: à pedido nos comentários, por falha minha, esqueci de citar o Gentoo como uma distribuição major. Já incluí, e obrigado pelo aviso <img src='http://linuxbr.inf.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Usando LaTeX no Linux 2: Editores e IDEs</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/420</link>
		<comments>http://linuxbr.inf.br/420#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 19:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandeira]]></category>
		<category><![CDATA[LaTeX]]></category>
		<category><![CDATA[Autor]]></category>
		<category><![CDATA[CAM]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Editores]]></category>
		<category><![CDATA[IDEs]]></category>
		<category><![CDATA[Latex]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[TexLive]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Na postagem anterior, indiquei como instalar o texlive no linux (debian derivados e a instalação genérica). Agora, daremos dicas de editores e IDEs para o LaTeX. Em primeiro lugar, é bom lembrar que não é necessário o uso de qualquer editor especial para escrever arquivos .tex, como no caso de arquivos .odt, que precisam do]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Na postagem anterior, indiquei como instalar o texlive no linux (debian derivados e a instalação genérica). Agora, daremos dicas de editores e IDEs para o LaTeX. Em primeiro lugar, é bom lembrar que não é necessário o uso de qualquer editor especial para escrever arquivos .tex, como no caso de arquivos .odt, que precisam do broffice (openoffice, etc). Para escrever arquivos .tex, basta um simples editor de texto como o gedit, kedit, kate, nano, leafpad, etc.. Por exemplo, usando o kate, podemos escrever o seguinte documento simples</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem42.png"></a></p>
<div id="attachment_434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem9.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-434 " title="imagem9" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem9-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Texto LaTeX escrito no Kate</p></div>
<p>Para gerar um arquivo .dvi a partir do documento acima, precisamos compilá-lo com o LaTeX. Para isto, entramos na pasta onde se encontra o arquivo (no meu caso em: /home/alessandro/Documents) e digitamos:</p>
<pre class="brush:shell">latex nome_do_documento.tex</pre>
<p>No meu caso, o documento criado com kate foi chamado teste1.tex.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem5.png"></a></p>
<div id="attachment_430" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem51.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-430 " title="terminal" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem51-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Compilação via terminal</p></div>
<p>A compilação transcorreu normalmente e com isso foi gerado o arquivo teste1.dvi. Além deste arquivo, a compilação produzirá, neste caso, outros dois arquivos: teste1.aux e o teste1.log (em uma próxima postagem explicaremos mais acuradamente o funcionamento do Latex). Se quisermos um arquivo pdf, há duas possibilidades: (1) transformar o .dvi em .pdf usando o dvipdf; (2) ou compilar o .tex com o pdflatex produzindo o .pdf diretamente (depois em outras postagens, explicaremos quando é possível usar estes métodos, pois há incompatibilidades de pacotes com o pdflatex e com latex).</p>
<pre class="brush:shell">dvipdf nome_do_arquivo.dvi</pre>
<pre class="brush:shell">pdflatex nome_do_arquivo.tex</pre>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_431" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem6.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-431 " title="DVIPDF" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem6-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Transformando .dvi em pdf com dvipdf</p></div>
<div id="attachment_433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem8.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-433 " title="PDFLATEX" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem8-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Compilando com pdflatex</p></div>
<p style="text-align: left;">O resultado final de nosso arquivo pós-compilação é:</p>
<p style="text-align: left;">
<div id="attachment_436" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem10.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-436 " title="imagem10" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem10-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Arquivo final em pdf</p></div>
<p>Também é possível transformar o arquivo .dvi em .ps, usando o dvips</p>
<pre class="brush:shell">dvips nome_do_arquivo.dvi</pre>
<div id="attachment_439" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem11.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-439 " title="imagem11" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/imagem11-300x168.png" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Usando dvips</p></div>
<p>Além disso, podemos transformar o arquivo .ps em .pdf usando o ps2pdf (em postagens para frente discutiremos a necessidade de produzir arquivos .pdf passando pelas etapas: dvi -&gt; ps e ps-&gt;pdf. Isto dependerá de pacotes usados no preâmbulo).</p>
<p>Muitos autores defendem que esta é a grande vantagem do LaTeX, pois é possível escrever o seu arquivo .tex em qualquer plataforma usando um simples editor de texto (embora, às vezes, a compilação do .tex só possa ser feita em seu próprio computador, por falta do LaTeX no computador alheio). No LaTeX, não há perda de configuração, coisa rotineira no caso do openoffice (e afins) devido à versão diferente dos programas usados em diferentes plataformas (salve um arquivo no libreoffice 3.3 e abra-o em uma versão mais antiga, digamos, openoffice 2.4); ou à falta de fontes, etc.. No LaTeX, em geral, não há questões de incompatibilidade (exceto, é claro, se seus arquivos foram escritos em LaTeX209 (versão antiga) e você tenta compilá-lo com LaTex2e (versão nova). Mas ainda assim, como pequenos ajustes, é possível tornar o seu .tex &#8220;legível&#8221; para versão nova).</p>
<p>O artigo, portanto, tratará de coisas que não são estritamente necessárias. O resumo acima tinha o objetivo de esclarecer a &#8220;não-necessidade&#8221; de editores e IDEs específicos para o LaTeX (quando lecionei um curso de metodologia da ciência semestre passado e dei aulas sobre o LaTeX, percebi que os alunos ficaram dependentes dos editores e IDEs e não &#8220;conseguiam&#8221; escrever os trabalhos pedidos por falta dos editores e IDEs nos computadores de seus serviços. Todavia, tais editores e IDEs, como tentei mostrar acima, são dispensáveis).</p>
<p>Por outro lado, os editores e IDEs para o LaTeX são bastante úteis, pois, em sua maioria, eles &#8220;contêm&#8221; todos os passos mencionados acima. No mundo linux, os principais editores/IDEs são:</p>
<p><a href="http://www.xm1math.net/texmaker/">texmaker</a></p>
<p><a href="http://kile.sourceforge.net/">kile</a></p>
<p><a href="http://www.tug.org/texworks/">texworks</a></p>
<p><a href="http://latexila.sourceforge.net/">latexila</a></p>
<p>Obviamente, esta lista não é completa. Por exemplo, é possível usar o gedit + gedit-latex-plugin (aqui, deve-se ir em: editar&gt;preferências&gt;plug-ins e &#8220;setar&#8221; a opção: latex plugin 0.2), o geany + geany-plugin-latex</p>
<div id="attachment_480" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-26.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-480 " title="Captura_de_tela-2" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-26-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">gedit-plugin-latex</p></div>
<div id="attachment_481" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-110.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-481 " title="Captura_de_tela-1" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-110-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">gedit + gedit-latex-plugin</p></div>
<div id="attachment_482" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-482 " title="Captura_de_tela" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">geany + geany-plugins-latex</p></div>
<p>Os editores/IDEs supracitados têm documentação própria, portanto não discutirei todos. Restringir-me-ei ao texmaker, que é o meu IDE preferido. O processo de instalação do texmaker é bastante simples para usuários debian (debian derivados) &#8211; e o processo é também bastante simples em redhat derivados, gentoo, arch linux.</p>
<pre class="brush:shell">apt-get install texmaker</pre>
<p>Quem tiver interesse nas versões mais novas (meu caso), é possível &#8220;baixar&#8221; o source do site e compilá-lo ou &#8220;baixar&#8221; o binário referente à sua distribuição e arquitetura (para compilar o programa, lembre-se sempre de ler o readme).</p>
<p><strong>Funcionamento do Texmaker</strong></p>
<p>Depois de instalado, aperte alt+f2 e digite texmaker (ou se quiser, vá em escritório, onde fica seu ícone). Obviamente, abrirá o programa</p>
<div id="attachment_449" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-5.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-449 " title="Captura_de_tela-5" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-5-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Texmaker</p></div>
<p>A primeira coisa a ser feita é criar um novo documento e salvá-lo em algum lugar: arquivo&gt;novo, arquivo&gt;salvar como</p>
<div id="attachment_450" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-6.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-450 " title="Captura_de_tela-6" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-6-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Novo documento no texmaker</p></div>
<p>Agora, as coisas ficam interessantes. Na barra superior, há a opção: assistente. A clicar ali, aparecerá outras opções, entre as quais: início rápido. Ao clicar, aparecerá a seguinte janela:</p>
<div id="attachment_451" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-8.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-451 " title="Captura_de_tela-8" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-8-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Início Rápido</p></div>
<p>Ali na opção classe de documento, você pode escolher o tipo básico de documento deseja produzir: artigo (article), livro (book), carta (letter), apresentação (beamer) ou dissertação, tese, relatório (report).</p>
<p>A opção &#8220;tamanho da fonte&#8221; é autoexplicativa. As subopções são: 10pt, 11pt, 12 pt. A opção &#8220;tipo de folha&#8221; também é autoexplicativa e as subopções são: A4paper, A5paper, B5paper, letterpaper, legalpaper, executivepaper.</p>
<p>Finalmente, a opção codificação tem várias subopções. No caso de usuários linux, as que devem ser escolhidas são: utf8x ou latin1 (em próximas postagens, discutiremos um pouco sobre isto).</p>
<p>Há ainda há escolha de pacotes AMS e makeidx. Há espaços para introduzir nome do autor e título do trabalho. Finalmente, em um quadrado maior, há uma série de escolhas.</p>
<p>Eu fiz as seguintes escolhas:</p>
<div id="attachment_452" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-9.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-452 " title="Captura_de_tela-9" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-9-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Escolhas</p></div>
<p>Ao dar ok, isto produz o seguinte:</p>
<div id="attachment_453" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-10.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-453 " title="Captura_de_tela-10" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-10-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Arquivo produzido pelo início rápido</p></div>
<p>Ou seja, o texmaker insere automaticamente grande parte do preâmbulo que teríamos de digitar em um editor de texto simples. Para produzir um texto próximo àquele primeiro, basta introduzir o pacote &#8220;begriff&#8221; no preâmbulo (próximas postagens falaremos dos pacotes). Além disso, é preciso introduzir no corpo do texto o comando \maketitle, que produzirá na compilação o título e o autor. Uma vantagem do texmaker é que ao começar digitar os comandos, o programa lhe indica opções (autocomplementação).</p>
<p>Além disso, no primeiro documento havia o comando \section, que produz uma seção. Ao começar a digitar este comando, o texmaker lhe dará opções por autocomplementação. Os comandos restantes pertencem ao pacote begriff, portanto não precisamos nos deter aqui. O texto final ficará assim:</p>
<div id="attachment_455" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-11.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-455 " title="Captura_de_tela-11" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-11-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Documento final</p></div>
<p>Anteriormente, para compilarmos o teste1.tex, precisamos entrar, via terminal, na pasta onde o arquivo estava salvo e dgitar: latex teste1.tex. Depois, transformamos o dvi produzido para pdf usando o dvipdf. Também mostramos como produzir o pdf diretamente com o pdflatex. Além de transformar o .dvi para .ps e depois o .ps para .pdf. No texmaker, estas opções estão todas disponíveis. Na barra superior (a maior), tem a opção: pdflatex. Clicando alí, aparecem outras opções. Por exemplo, existe a opção latex (compilar com latex)</p>
<div id="attachment_456" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-12.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-456 " title="Captura_de_tela-12" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-12-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Opção (compilar com) Latex</p></div>
<p>Há também a opção: DVI-&gt;PDF, DVI-&gt;PS, PS-&gt;PDF, que executam o mesmo trabalho mencionado no início da postagem. A compilação do .tex via texmaker (pdflatex) produz o seguinte documento:</p>
<div id="attachment_457" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-13.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-457 " title="Captura_de_tela-13" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-13-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Compilação com texmaker (pdflatex)</p></div>
<p>A compilação é feita clicando na seta (grande) à esquerda do pdflatex (latex). Da mesma forma, a transformação de .dvi a pdf (ou dvi a ps ou .ps a pdf) clicando nesta mesma seta, com as respectivas opções. Para visualizar o documento pdf compilado pelo pdflatex, clique na seta (grande) à esquerda de: ver pdf (na barra acima &#8211; a maior). Ali também tem as opções: ver .dvi e ver .ps (para ver o documento .dvi, deve-se primeiro compilar com o latex, para ver documento .ps, deve transformar antes o .dvi produzido para .ps). Caso contrário, ocorrerá erros deste tipo:</p>
<div id="attachment_458" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-14.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-458 " title="Captura_de_tela-14" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-14-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Erro</p></div>
<p>Obviamente, não esgotei todas as dicas em relação ao texmaker e, provavelmente, voltarei ao assunto. Mas para terminar, vale lembrar que o texmaker facilita nossa vida, porque à esquerda do programa existe uma &#8220;tabela&#8221; que ao clicar aparecem várias opções  de símbolos (ótimo para quem não tem uma memória muito boa, o que é meu caso):</p>
<div id="attachment_459" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-15.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-459  " title="Captura_de_tela-15" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-15-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">símbolos 1</p></div>
<div id="attachment_460" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-16.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-460 " title="Captura_de_tela-16" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-16-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">símbolos 2</p></div>
<div id="attachment_469" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-171.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-469 " title="Captura_de_tela-17" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-171-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">simbolos 3</p></div>
<div id="attachment_470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-172.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-470 " title="Captura_de_tela-17" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-172-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">símbolos 4</p></div>
<div id="attachment_471" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-191.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-471 " title="Captura_de_tela-19" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-191-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Símbolos 5</p></div>
<p>Além disso, o texmaker tem uma ótima documentação de referência sobre o latex. Fica em ajuda&gt;referência do latex</p>
<div id="attachment_472" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-24.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-472 " title="Captura_de_tela-24" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-24-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Manual de referência</p></div>
<p>E tem também uma boa documentação. Vá em: ajuda&gt;manual do texmaker</p>
<div id="attachment_473" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-25.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-473 " title="Captura_de_tela-25" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/03/Captura_de_tela-25-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Manual do texmaker</p></div>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Mobile Media Converter em Ubuntu</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/415</link>
		<comments>http://linuxbr.inf.br/415#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 18:09:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mary Mar Alejo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mary]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[conversor]]></category>
		<category><![CDATA[Multimidia]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Estive em busca de um conversor de vídeo que pudesse ser prático e fácil de usar, pois estou sempre com um vídeo ou outro, sem contar que utilizo um programa (depois vou falar dele) para gravar minha área de trabalho que sempre guarda os vídeos em .ogv e tinha sempre uma complicação para converter este vídeo a outros formatos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/BobineFilmeDVDImagens.jpg" alt="BobineFilmeDVDImagens" width="149" height="79" />Olá, pessoal! Este é o meu primeiro post para a <strong>Comunidade Linux BR</strong>, espero estar sempre aqui publicando novas dicas e atualizações. Estive pensando qual seria o meu primeiro post, resolvi não complicar muito, e mostrar aos visitantes algo de grande utilidade e usabilidade, então apresentarei a todos o <strong>Mobile Media Converter</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-415"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estive  em busca de um conversor de vídeo que pudesse ser prático e fácil de  usar, pois estou sempre com um vídeo ou outro, sem contar que utilizo um  programa (depois vou falar dele) para gravar minha área de trabalho que  sempre guarda os vídeos em .ogv e tinha sempre uma complicação para  converter este vídeo a outros formatos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Encontrei  um programa que para mim é excelente, inclusive uso ele há algum tempo, mas acontece que as vezes  mudo de versão de Ubuntu (cada vez que sai uma nova) e também por uma  coisa ou outra as vezes também acabo formatando Meu Ubuntu e como não  tenho o /home separado (também falarei disso em outro momento) acabo  perdendo sempre este programa e tenho que ficar buscando por ele (falta de mais organização, não deveria perder nada, é tudo desculpa).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img id="system-readmore" title="Read More" src="http://www.marymaralejo.com/plugins/editors/jce/tiny_mce/plugins/article/img/trans.gif" alt="Read More" />Desta vez o que aconteceu foi algo triste, meu notebook morreu,  simplesmente deixou de funcionar, bateu as botas, pifou, queimou,  escafedeu-se&#8230;, e tive que me organizar com um PC  e ao instalar um  novo Ubuntu (versão 10.10) tive que reinstalar tudo e como sei que no  final as coisas que publico acabam sendo como Manual para mim mesma,  resolvi não correr o risco e colocar logo a materia sobre este  programinha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>A primeira coisa a ser feita é baixar o arquivo clicando na imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.marymaralejo.com/fotonoticias/DEBS/mmc_1.7.1_i386.deb"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Download_Mobile_Media_Converter.png" alt="Download_Mobile_Media_Converter" width="124" height="124" /></a></p>
<p>A seguir, faça o download e clique em OK:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Mobile_Media_Converter_001.png" alt="Mobile_Media_Converter_001" width="504" height="340" /></p>
<p>Procure o arquivo no seu pc e dê um clique duplo para abrir o aquivo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Mobile_Media_Converter_002.png" alt="Mobile_Media_Converter_002" width="198" height="137" /></p>
<p>O arquivo será aberto através da <strong>Central de Programas do Ubuntu</strong>, clique em Instalar:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Mobile_Media_Converter_003.png" alt="Mobile_Media_Converter_003" width="436" height="340" /></p>
<p>Após a conclusão da instalação, clicamos em:</p>
<blockquote><p>Aplicativo &#8212; Multiidia &#8212; Mobile Media Converter</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Mobile_Media_Converter_004.png" alt="Mobile_Media_Converter_004" width="481" height="514" /></p>
<p>Ao abrir o programa teremos 3 passos a seguir:</p>
<blockquote><p>Clicar em Add File (para adicionar o arquivo)</p></blockquote>
<blockquote><p>Clicar em Conversion to (para escolher o formato no qual você quer guardar o arquivo)</p></blockquote>
<blockquote><p>Clicar em Convert</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Mobile_Media_Converter_005.png" alt="Mobile_Media_Converter_005" width="600" height="325" /></p>
<p>E assim após clicar em converter será convertido o seu arquivo para o formato escolhido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.marymaralejo.com/images/stories/Fotonoticias/Mobile_Media_Converter_006.png" alt="Mobile_Media_Converter_006" width="600" height="325" /></p>
<p>Espero que curtam este novo programa, em breve estarei por aqui com mais dicas e atualizações!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pseudo-3G, Pseudo-Banda-Larga e Pseudo-Telefonia-Móvel: Até quando?</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/410</link>
		<comments>http://linuxbr.inf.br/410#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 01:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glenn Hummes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Glenn]]></category>
		<category><![CDATA[Metendo a Boca!]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Até quando as novas tecnologias serão utopia no Brasil?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><div>
<p>Inicialmente, gostaria de pedir desculpas aos colegas do LinuxBR. Relaxado e feliz, e em férias, volto só agora a postar no blog que me foi cedido pelo Milani!</p>
<p>E gostaria de iniciar esse novo espaço, muito mais bonito e bem cuidado, com um post sobre férias, que no final, acaba bem para o Linux.<img title="Mais..." src="http://linuxbr.inf.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />Passei 35 dias na casa de meus sogros. Gente boa, em uma cidade ótima (<em>Bérulizonti</em>, como diriam alguns mineiros), no sossego e calma que se espera desse estado.</p>
<p>Levei comigo o meu kit conectado: um notebook, meu celular e um infame modem 3G que não sei porque ainda insisto em usar, pois quando funciona, nunca acha pelo menos uma rede HSDPA, no máximo um EDGE pelo meio do caminho até Minas, mas passou da fronteira do estado, meu amigo(a)&#8230; só usando um pseudo-3G é que se tem idéia do sentido da palavra &#8220;utopia&#8221;&#8230; de qualquer forma, agora na volta já cancelei meu pseudo-plano 3G e doei meu modem a quem poderia achar isso uma maravilha.</p>
<p>Chegando na casa dos sogros, deparo com meu cunhado usando um notebook que sempre me encantou: MacBook Air, que já tem 1 ano de idade, mas que me fascina pela construção e design que a Apple tem em seus produtos.</p>
<p>De cara, meu cunhado já me levou até a sala para mostrar sua nova aquisição: um roteador Wi-Fi Huawei D100, uma pequena maravilha, parecido com uma marmita de cor preta, ligado à mais um infame modem pseudo-3G.</p>
<p>Nem dei muita bola e já comecei a olhar torto o roteador, já pensando em transformá-lo em um peso de papel se me desse algum trabalho. A configuração do modem é simples, de fácil entendimento que até um leigo em configurações pode fazê-lo, mas é claro, pode também deixá-lo aberto e se tornar um provedor grátis para qualquer transeunte&#8230;</p>
<p>Nos dias que passei nessa tortura, a única forma de conexão com o mundo era através desses dois caminhos: meu modem, um pangaré, ou o de meu cunhado, uma lesma manca.</p>
<p>Se a coisa era lerda usando apenas um PC, imagine um PC, um Mac e um celular com Wi-Fi&#8230; isso quando era apenas lerdo e funcionava, pois foram raras as vezes que consegui acessar uma página web sem faltar alguma parte ou simplesmente não acessar nada.</p>
<p>Passei dois dias fuçando nessas configurações do roteador, dos notebooks, do celular, e nada. Acabei chegando à uma simples e triste conclusão:</p>
<p>- As operadoras de telefonia oferecem um produto que SEMPRE foi de baixa qualidade para conexão à internet. Começando pelos infames 10% de garantia de banda escondidos nos sacanas contratos das operadoras com serviço ADSL ou ADSL+, até chegar na menina dos olhos atual, o 3G.</p>
<p>- O culpado pelo uso errôneo de algo SEMPRE será você, definido como CONTRATANTE apenas. Se você reclama da velocidade, um espertalhão do atendimento dessas operadoras diz: &#8220;Senhor, o 3G não foi feito para isto&#8221;&#8230; e eu pergunto: QUE 3G??? Eu sou culpado por não saber usar algo que eu contratei com a promessa de que poderia usar de qualquer forma. Mas a promessa que os vendedores fazem, obviamente, nunca vai para o contrato.</p>
<p>Banda Larga no Brasil nunca foi uma maravilha. Convenhamos, viemos de um atraso de mais de 20 anos na área de tecnologia, sob um julgo de militares ignorantes que queriam que fosse copiado aqui o que era feito lá fora, mesmo que fosse de baixíssima qualidade, apenas com o pretexto de fortalecer a indústria nacional. É, adiantou muita coisa&#8230; As operadoras de telefonia e internet ainda vivem sob este julgo, ao meu ver.</p>
<p>Me lembro de um caso comentado por um amigo, em 1997/1998, sobre quando uma empresa francesa de equipamentos de telecomunicação veio ao Brasil e começou a vender equipamentos PABX de médio e grande porte aos montes, mas sem peças de reposição e sem garantias de funcionamento pleno. Porquê? Não sei se era apenas uma lenda, mas me foi contado que essa empresa francesa havia iniciado um plano de renovação na Europa, em 1996, dos equipamentos instalados em clientes, e tudo que era <em>refurbished</em> (remanufaturados, ou seja, remontados, revisados e limpos e consertados em alguns casos), estavam sendo enviados ao Brasil e vendidos como novos e modernos equipamentos. Repito, não sei se era lenda ou verdade, mas ao abrir as caixas com novos equipamentos, era estranho ver uma central PABX com um design diferente dos produtos vendidos na Europa naquela época.</p>
<p>Se for verdade, essa não deve ser o único caso em que equipamentos defasados que caem no Brasil e são vendidos e usados como novos e atuais.</p>
<p>Retomando o assunto, parece muito que as operadoras de telefonia e internet ou estão com equipamentos ou com técnicos e engenheiros defasados, tornando o Brasil um dos países que tem os piores índices de qualidade nos serviços de banda larga e telefonia móvel. E nos cobram preços como se os equipamentos fossem novos, a cobertura do sinal e qualidade do serviço fosse como o mercado europeu e todos os técnicos e engenheiros tivessem se formado no ITA ou no MIT.</p>
<p>E o Ministério das Telecomunicações? Bem, este nunca fiscalizou nada. Impediu a Telefonica de vender seu pseudo-produto-de-banda-larga chamado Speedy por um tempo (isso na Teoria, na Prática, não pararam de instalar e vender), fizeram promessas e mais promessas ao MT, voltaram a vender e a qualidade continua a mesma. Alguém não está fazendo seu serviço direito, ou obviamente, a caixinha para o cala-boca de quem fiscaliza está gorda&#8230;</p>
<p>Até quando vamos viver na ditadura e no retrocesso? Até quando vamos usar pseudo-3G, pseudo-banda-larga e um pseudo-telefone-móvel?</p>
<p>Glenn Hummes, direto da redação do LinuxBR!</p>
<p>P.S.: Abraço aos companheiros do site!!!</p>
</div>
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		<title>Google oferece US$ 20 mil para quem invadir o Chrome</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/399</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 10:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Chrome]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[invasão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://linuxbr.inf.br/?p=399</guid>
		<description><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/>O Google está tão confiante de que o seu navegador Chrome não pode ser invadido que resolveu oferecer um prêmio de US$ 20 mil e um notebook Chrome CR-48 para quem conseguir a façanha. O desafio faz parte do concurso Pwn20wn 2011, promovido anualmente pelo Google. O competidor deve explorar as vulnerabilidades existentes no código]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/><p>O Google está tão confiante de que o seu navegador Chrome não pode ser invadido que resolveu oferecer um prêmio de US$ 20 mil e um notebook Chrome CR-48 para quem conseguir a façanha. O desafio faz parte do concurso Pwn20wn 2011, promovido anualmente pelo Google. O competidor deve explorar as vulnerabilidades existentes no código do Google e também conseguir escapar do sandbox do Chrome – sistema que isola programas maliciosos e impede que eles comprometam o navegador e o sistema operacional.</p>
<p>Mais informações:<br />
<a href="http://bit.ly/fXJSYU" target="_blank">http://bit.ly/fXJSYU</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Intel está desenvolvendo um antivírus baseado em hardware</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/391</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 08:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[antivírus]]></category>
		<category><![CDATA[Intel]]></category>
		<category><![CDATA[McAfee]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/>Os antivírus funcionam da seguinte forma: eles varrem os arquivos e programas do computador em busca de “assinaturas”, ou seja, pedaços de código ou algoritmos que identificam o programa malicioso (vírus). As “assinaturas” encontradas são comparadas com as armazenadas no banco de dados do antivírus, que reconhece o tipo de vírus e remove o código]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/><p>Os antivírus funcionam da seguinte forma: eles varrem os arquivos e programas do computador em busca de “assinaturas”, ou seja, pedaços de código ou algoritmos que identificam o programa malicioso (vírus). As “assinaturas” encontradas são comparadas com as armazenadas no banco de dados do antivírus, que reconhece o tipo de vírus e remove o código malicioso dos programas/arquivos infectados. Quando o usuário atualiza o antivírus, ele na verdade está preenchendo o banco de dados com novas “assinaturas” e maneiras de remover os vírus. Mas existe um tipo de ataque, chamado Dia Zero, que explora vulnerabilidades divulgadas antes que uma correção esteja disponível ao público (assinatura de vírus desconhecida). É aqui que entra a Intel com o desenvolvimento de um antivírus baseado em hardware que utiliza métodos diferentes da tradicional assinatura para detectar vírus.</p>
<p>“Atualmente, programas antivírus dependem de assinaturas, por isso, se você ainda não viu o ataque, ele acontece de maneira despercebida. Descobrimos uma nova abordagem que acaba com os ataques mais virulentos. A ferramenta parará com os ataques de Dia Zero.”, disse Justin Rattner, diretor de tecnologia da Intel, chamando a tecnologia de “radicalmente diferente”.</p>
<p>A Intel não divulgou detalhes do funcionamento do seu antivírus “radicalmente diferente” e nem quando ele chegará ao mercado. No ano passado a Intel comprou a fabricante do antivírus McAfee por US$ 7,6 bilhões, o que mostra o seu interesse no segmento de segurança.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://bit.ly/heKt72" target="_blank">http://bit.ly/heKt72</a></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://www.clubedohardware.com.br/" target="_blank">Clube do Hardware</a></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ubuntu 11.04 Natty Narwhal</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/333</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 23:18:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Natty Narwhal]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/>O Wiki Oficial do Ubuntu liberou o cronograma de desenvolvimento da futura versão 11.04, codenome &#8220;Natty Narwhal&#8221;, cuja versão final está sendo esperada para chegar em 28 de abril de 2011. Curiosidade: por que Natty Narwhal? A Narwal é uma espécie de baleia proveniente do Ártico que está em extinção. Esta baleia é facilmente reconhecida]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img src="http://linuxbr.inf.br/icones//douglas.jpeg" width="128" height="128" alt="" title="Douglas" /><br/><p>O <a href="https://wiki.ubuntu.com/" target="_blank">Wiki Oficial do Ubuntu</a> liberou o cronograma de desenvolvimento da futura versão 11.04, codenome &#8220;Natty Narwhal&#8221;, cuja versão final está sendo esperada para chegar em 28 de abril de 2011.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/01/ubuntu_1104_01_thumb.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-337" title="ubuntu_1104_01_thumb" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/01/ubuntu_1104_01_thumb-300x188.jpg" alt="" width="300" height="188" /></a></td>
<td>
<blockquote><p><strong>Curiosidade: por que Natty Narwhal?</strong></p>
<p>A Narwal é uma espécie de baleia proveniente do Ártico que está em extinção. Esta baleia é facilmente reconhecida pelo &#8220;chifre&#8221; helicoidal na ponta de sua cabeça. Mark Shuttleworth chegou a afirmar que esta espécie é o que nós temos de mais próximo de um &#8220;unicórnio&#8221;.</p></blockquote>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h2>LibreOffice no lugar do OpenOffice</h2>
<p>Em uma sequência de relatórios anteriores de que a Canonical estava querendo um substituto para a suíte de escritório OpenOffice.org, os desenvolvedores do Ubuntu confirmaram que o fork LibreOffice será incluído no Ubuntu 11.04. De acordo com uma postagem a partir da lista de discussão do Ubuntu, publicada pelo desenvolvedor Matthias Klose, os desenvolvedores já começaram o processo de transição para remover os pacotes desatualizados do OpenOffice.org baseados na versão 3.2.1.</p>
<p>A <a href="http://www.oracle.com/br/index.html" target="_blank">Oracle</a> lançou OpenOffice 3.3 em meados de dezembro. No entanto, o OpenOffice.org mostra ainda o oitavo Release Candidate 3.3.0 como o mais recente lançamento. Klose diz que, enquanto os pacotes &#8220;definitivamente precisarem de alguns testes&#8221;, eles só devem estar disponíveis para inclusão na segunda versão Alpha do Natty Narwhal, que chegará no início de fevereiro.</p>
<p>O marco mais recente de desenvolvimento do Ubuntu 11.04 é o <a href="http://www.ubuntu.com/testing/natty/alpha1?utm_source=wordtwit&amp;utm_medium=social&amp;utm_campaign=wordtwit" target="_blank">primeiro alpha</a>, lançado no início de dezembro do ano passado. Há que se destacar, porém, que o Ubuntu não é a única distribuição a deixar o OpenOffice.org em favor da LibreOffice. No final do mês passado, o quinto Milestone para o <a href="http://software.opensuse.org/developer/pt_BR" target="_blank">openSUSE 11.4</a>, o próximo maior lançamento dessa popular distribuição Linux, substituiu o Open Office pelo novo fork da comunidade.</p>
<h2>Cronograma de Desenvolvimento</h2>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Week</strong></td>
<td><strong>Date</strong><small>(Thursday)</small></td>
<td><strong>Work Item Iteration</strong></td>
<td><strong>Status</strong></td>
<td><strong>Notes</strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">October 2010</td>
</tr>
<tr>
<td>1</td>
<td>October 21st</td>
<td>Release Development Planning</td>
<td></td>
<td><img title="Info &lt;!&gt;" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_cool.png" alt="Info &lt;!&gt;" width="16" height="16" /> Toolchain Uploaded</td>
</tr>
<tr>
<td>2</td>
<td>October 28th</td>
<td>Release Development Planning</td>
<td></td>
<td><img title="Ubuntu" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_cof.png" alt="Ubuntu" width="16" height="16" /> <strong>Developer Summit</strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">November 2010</td>
</tr>
<tr>
<td>3</td>
<td>November 4th</td>
<td>Release Development Planning</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>4</td>
<td>November 11th</td>
<td>Release Development Planning</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>5</td>
<td>November 18th</td>
<td>Release Development Planning</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>6</td>
<td>November 25th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/FeatureDefinitionFreeze">FeatureDefinitionFreeze</a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">December 2010</td>
</tr>
<tr>
<td>7</td>
<td>December 2nd</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td><strong><a href="http://www.ubuntu.com/testing/natty/alpha1">Alpha 1</a></strong></td>
</tr>
<tr>
<td>8</td>
<td>December 9th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>9</td>
<td>December 16th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>10</td>
<td>December 23rd</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>11</td>
<td>December 30th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/DebianImportFreeze">DebianImportFreeze</a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">January 2011</td>
</tr>
<tr>
<td>12</td>
<td>January 6th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>13</td>
<td>January 13th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>14</td>
<td>January 20th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>15</td>
<td>January 27th</td>
<td>Release Development Iteration 1</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">February 2011</td>
</tr>
<tr>
<td>16</td>
<td>February 3rd</td>
<td>Release Development Iteration 2 Planning</td>
<td></td>
<td>Alpha 2</td>
</tr>
<tr>
<td>17</td>
<td>February 10th</td>
<td>Release Development Iteration 2</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>18</td>
<td>February 17th</td>
<td>Release Development Iteration 2</td>
<td></td>
<td>Ubuntu 10.04.2</td>
</tr>
<tr>
<td>19</td>
<td>February 24th</td>
<td>Release Development Iteration 2</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/FeatureFreeze">FeatureFreeze</a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">March 2011</td>
</tr>
<tr>
<td>20</td>
<td>March 3rd</td>
<td>Release Development Iteration 3 Planning</td>
<td></td>
<td>Alpha 3</td>
</tr>
<tr>
<td>21</td>
<td>March 10th</td>
<td>Release Development Iteration 3</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>22</td>
<td>March 17th</td>
<td>Release Development Iteration 3</td>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>23</td>
<td>March 24th</td>
<td>Release Development Iteration 3</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/UserInterfaceFreeze">UserInterfaceFreeze</a>, <img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/BetaFreeze">BetaFreeze</a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>24</td>
<td>March 31st</td>
<td>Release Development Iteration 3</td>
<td></td>
<td>Beta</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5">April 2011</td>
</tr>
<tr>
<td>25</td>
<td>April 7th</td>
<td>Release Quality Iteration</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/DocumentationStringFreeze">DocumentationStringFreeze</a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>26</td>
<td>April 14th</td>
<td>Release Quality Iteration</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/FinalFreeze">FinalFreeze</a>, <img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/KernelFreeze">KernelFreeze</a>, <img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /><a href="https://wiki.ubuntu.com/NonLanguagePackTranslationDeadline">NonLanguagePackTranslationDeadline</a></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>27</td>
<td>April 21st</td>
<td>Release Quality Iteration</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/ReleaseCandidate">ReleaseCandidate</a>, <img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <a href="https://wiki.ubuntu.com/LanguagePackTranslationDeadline">LanguagePackTranslationDeadline</a></td>
<td><a href="https://wiki.ubuntu.com/ReleaseCandidate">ReleaseCandidate</a></td>
</tr>
<tr>
<td>28</td>
<td>April 28th</td>
<td>Release Quality Iteration</td>
<td><img title="Warning /!\" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_eek.png" alt="Warning /!\" width="16" height="16" /> <strong><a href="https://wiki.ubuntu.com/FinalRelease">FinalRelease</a></strong></td>
<td><img title="Ubuntu" src="https://wiki.ubuntu.com/htdocs/light/img/icon_cof.png" alt="Ubuntu" width="16" height="16" /> <strong>Ubuntu 11.04</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Ferramentas CAD para Linux</title>
		<link>http://linuxbr.inf.br/293</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 22:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Simões</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alex]]></category>
		<category><![CDATA[CAD/CAM]]></category>
		<category><![CDATA[CAD]]></category>
		<category><![CDATA[CAM]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[<br/>Quando o primeiro CAD surgiu em 1962, o Sketchpad, criado por Ivan Sutherland, como tese de doutorado do MIT, revolucionou o mundo acadêmico da época. Ele tinha 320Kb e ocupava 90 m². Hoje as coisas são muito diferentes, temos as mais variadas opções nesta área, sendo possivel carregar um software CAD até em um pendrive.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<br/><p>Quando o primeiro CAD surgiu em 1962, o <a href="http://pt.wikilingue.com/es/Sketchpad">Sketchpad</a>, criado por <a href="http://pt.wikilingue.com/es/Ivan_Sutherland">Ivan Sutherland</a>, como tese de doutorado do MIT, revolucionou o mundo acadêmico da época. Ele tinha <span style="color: #ff0000;">320Kb</span> e ocupava <span style="color: #ff0000;">90 m²</span>. Hoje as coisas são muito diferentes, temos as mais variadas opções nesta área, sendo possivel carregar um software CAD até em um pendrive.</p>
<p>Mas, se você é estudante ou profissional de engenharia, geografo, projetista,  designer industrial, desenhista técnico ou mesmo para aquelas pessoas  que adoram desenhar plantas baixas de casas que pretendem um dia  construir, já deve ter sentido uma certa lacuna no que diz respeito de  softwares <a title="CAD" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho_assistido_por_computador" target="_blank">CAD</a> , <a title="CAE" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Computer-aided_engineering" target="_blank">CAE</a> (Engenharia Assistida por Computador) e <a title="CAM" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manufatura_auxiliada_por_computador" target="_blank">CAM</a> para Linux.</p>
<p>Temos até que um grande número de projetos nessa área, mas ainda muito aquém das necessidades reais de muitos de nós. O problema é a falta de interesse das industrias de software  na plataforma Linux, deixando para as universidades a tarefa de desenvolver projetos que possam atender a esse nicho de mercado, ainda inexplorado.</p>
<p>Vale citar também que os grandes softwares <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho_assistido_por_computador">CAD</a>/<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manufatura_auxiliada_por_computador" target="_blank">CAM</a>/<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Computer-aided_engineering">CAE</a> do mercado, alguns softwares consagrados e absolutos em suas respectivas áreas, estão anos na frente de qualquer projeto livre. Citando alguns temos AutoCAD, SolidWorks, SolidEdge, Catia, NX. Resumindo, o padrão para comparação é alto, o que faz com que qualquer software na área, pareça que está devendo algo.</p>
<p>Ainda existe outro problema sério neste campo, o formato <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DWG" target="_blank">DWG</a>, o formato nativo do AutoCAD, software que abocanha a maior parte do mercado de softwares nesta área, com <a href="http://www.wikinvest.com/stock/Autodesk_%28ADSK%29" target="_blank">85% de participação</a>. Isso ocorre pelo fato do baixo preço da licença (para mim é uma fortuna) do mesmo. Com 3 mil reais, você consegue comprar uma licença da Autodesk, o que acaba sendo a única saída para a pequena e micro empresa. A industria moderna é tão dependente do formato <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DWG" target="_blank">DWG</a>, que se o seu software não salva e não abre, é como se você fosse um russo dando informação em chinês, ninguém fala sua lingua, o que te leva a perder clientes e trabalhos.</p>
<p><a href="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/01/DraftSight_Linux-550x3431.png"><img class="alignleft size-full wp-image-373" title="DraftSight_Linux-550x343" src="http://linuxbr.inf.br/wp-content/uploads/2011/01/DraftSight_Linux-550x3431.png" alt="" width="550" height="343" /></a>Temos grandes promessas na área. A Dassault Systemes, empresa francesa mãe do SolidWorks e Catia, transformou seu editor de DWG, o DWGEditor em Freeware. Rebatizado de <a href="http://www.3ds.com/products/draftsight/draftsight-overview/" target="_blank">DraftSight</a>, o software já tem versão para Windows e Mac e a promessa de uma versão para Linux até o final do primeiro semestre de 2011. Tenho testado o mesmo na empresa em que trabalho, como parte da política de contenção de despesas e não deixa nada a desejar em comparação ao AutoCAD. A imagem do DraftSight rodando em Ubuntu ganhou a rede alguns meses atrás. Pena que o mesmo só vem ajudar no campo 2D, deixando ainda uma lacuna muito grande no campo 3D.</p>
<p>Vamos aguardar e ver o que vem por ai.</p>
<p>Vamo começar nos próximos posts a testar alguns do softwares CAD para Linux. Digo vamos porque eu estarei em parceria com o Luis Henrique, também colaborador, aqui do portal. Postaremos as impressões e daremos uma nota de acordo com a facilidade de uso, formatos nativos, comunicação com outros software CAD, etc.</p>
<p>Aguardem.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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